Tipos de pintas e câncer

Tipos de pintas e câncer

Como a maioria dos tumores, o câncer de pele tem chances melhores de cura quando é diagnosticado cedo. E o autoexame de pintas e manchas podem ser grandes aliados para identificar os primeiros sinais dos diferentes tipos da doença – inclusive o câncer de pele mais grave, o melanoma.

Quem tem muitas pintas já deve ter o hábito de frequentar o dermatologista – que não só sabe dizer melhor que pintas devem ser removidas de acordo com seu aspecto como pode requisitar uma biópsia para chegar a um diagnóstico além de qualquer dúvida.

Mas você saiu do banho e resolveu dar uma geral nas manchinhas do corpo. Como saber se deve se preocupar e procurar um médico rapidamente? Não precisa consultar o Dr. Google (que provavelmente vai te deixar paranoico).

Segundo instruções da dermatologista Amy Derick para o site Business Insider, o passo a passo do autoexame passa pelas 5 primeiras letras do alfabeto:

A não é de Amor, como diria a Xuxa, mas de assimetria. Divida mentalmente a pinta na metade. Os dois lados dela são iguais? Se eles forem muito diferentes, já é o primeiro sinal de perigo.

B é de borda. De novo, a chave é a regularidade. Se a pinta não tiver uma borda arredondada, bem delimitada, e se espalhar sem formato definido, também pode ser indício de melanoma.

C: as pintas que tem mais de uma cor ou são muito escuras também podem representar riscos.

D é de diâmetro. Pintas maiores são associadas com melanoma, mas não deixe de prestar atenção nas pequenas também, porque o câncer pode ser pequeno, menor que o diâmetro de uma caneta, especialmente no começo.

E é de evolução. Volte nas categorias acima: se a pinta evoluiu, ou seja, mudou de formato, tamanho ou cor nos últimos tempos, é hora de ligar para o dermatologista, nem que seja por desencargo de consciência.

Se você só tem pintas clarinhas, pequenas e regulares, continue prestando atenção às novas que surgirem. E é bom lembrar que essas dicas não substituem check-ups frequentes com um especialista para o diagnóstico – nem o uso de filtro solar para a prevenção.

 

As Pintas

O sinal que aparece na epiderme é um nevo melanocítico, são células que se agrupam, formando a pinta. Além disso, a predisposição genética também é um diferencial, para aqueles que possuem uma grande quantidade de sinais pelo corpo. Com uma média entre 10 e 40 por pessoa, as pintas começam a aparecer ainda na infância aumentando progressivamente até os 30 anos de idade, depois dos 50 anos, tornarem-se raras. Com diferentes tamanhos, as pintas também podem ser totalmente planas ou apresentarem uma pequena saliência.
As pintas saudáveis, geralmente, são pequenas e têm uma cor só. Porém, é importante realizar exames periódicos para verificar alteração na cor ou aumento no diâmetro do sinal, que pode ser um indicador de câncer de pele.

Como surgem as pintas?
As pintas, denominação popular das lesões névicas, aparecem devido ao acúmulo de melanócitos, células que produzem melanina, sob a pele. Localizados abaixo da epiderme, estas células se agrupam e formam os chamados nevos melanociticos, que aparecem na tez como uma mancha mais escura.

Qual é o número normal de pintas nos adultos?
O número de pintas varia de pessoa para pessoa. A maioria dos adultos brancos possui entre 10 a 40 pintas espalhadas pelo corpo, mas existem casos de pessoas com mais de 100.

O que são as sardas?
As sardas são lesões benignas, geralmente de cor castanho-amarelada ou castanha. Aparecem durante a infância, com maior incidência em pessoas de pele clara, geralmente nas regiões do corpo mais expostas ao sol.

Como saber se a pinta deve ser retirada?
Existem algumas características que devem ser avaliadas: se o sinal sofre modificação de tamanho ou na cor, dentro de um curto período de tempo; pintas que sangram, coçam ou ardem e sinais escuros na palma das mãos ou nas plantas dos pés, couro cabeludo ou dentro da boca. Diante destas situações deve-se procurar orientação de um especialista.

Quais cuidados devem ser tomados com as pintas para que não se transformem em câncer de pele?
É importante evitar a exposição solar excessiva, principalmente pessoas de pele clara e com muitas pintas. Aplicar na pele filtro solar com fator de proteção 15, pelo menos trinta minutos antes de se expor ao sol, reaplicar a cada duas horas e evitar os horários de horários de maior incidência de raios UV, entre as 10h e 16h.

Como realizar o autoexame?
O autoexame pode ser realizado de três em três meses. Pode-se utilizar um espelho para visualizar as regiões mais difíceis. Porém, é fundamental visitar, pelo menos uma vez por ano, um dermatologista para que as pintas sejam avaliadas.

Autoexame de pele em 6 etapas
Uma mancha que aparece ou que apresenta crescimento pode ser um tumor de pele.
Avalie sua pele periodicamente e procure seu dermatologista se notar alterações.

Conheça alguns médicos especialistas da área:
Dermatologia, Notícias, Pintas

Dermatologia atende em SP Dra. Estrela D’ Aurea Machado - CRM: 79.618 http://www.dgfdermatologia.com.br Consulta
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Author: Redação

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