CATARATA
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CATARATA

O que é e como se forma a catarata?

A Catarata é a perda de transparência do cristalino. O cristalino está situado no olho atrás da íris (parte colorida do olho) e é um importante responsável pela chegada da boa imagem transmitida da parte anterior do olho até a parte posterior do olho no centro da retina.

A sua opacificação impede que os raios luminosos cheguem até a retina de forma adequada; é como olhar por um vidro sujo! As opacidades no cristalino podem ocorrer em diferentes pontos e em diferentes graus; são as cataratas nucleares, subcapsulares posteriores ou outras.

Os sintomas mais frequentes da catarata são turvação visual, distorção das imagens e borramento visual. Muitas vezes referem à presença de uma “nuvem” ou “névoa” na frente da visão, chegando às vezes a achar que seus óculos estão embaçados.

Se a catarata evoluir muito se tornando densamente opaca, o indivíduo pode ficar com uma visão de “vultos”, mas não verá tudo preto (se não tiver outros problemas associados).

Inúmeros fatores de risco podem provocar ou acelerar o aparecimento de catarata, incluindo medicamentos (esteroides), substâncias tóxicas (nicotina), doenças metabólicas (diabetes mellitus, galactosemia, hipocalcemia, hipertireoidismo, doenças renais), trauma, radiações (UV, Raio X e outras), doença ocular (uveíte), cirurgia intraocular prévia (fístula antiglaucomatosa, vitrectomia posterior), infecção durante a gravidez (toxoplasmose, rubéola) e fatores nutricionais (desnutrição).

A catarata pode ter várias origens: congênita (presente ao nascimento), traumática, senil, secundária ou outras. A senil é a mais frequente decorrente do envelhecimento; é comum que pessoas com mais de 60 anos tenham algum grau de opacidade do cristalino. O importante, nos dias de hoje, é saber que a catarata costuma ter indicação cirúrgica a partir do momento em que traz comprometimento visual que limite o paciente de suas atividades diárias.

A catarata é normalmente um processo evolutivo inexistindo, até o momento, uma maneira de intervir neste processo através de medicamentos.

O único tratamento existente para a catarata é a cirurgia para sua retirada; uma vez retirada, a catarata não volta. No lugar do cristalino retirado é colocada uma lente intraocular para manter a função anteriormente realizada pelo cristalino. A anestesia preferencialmente usada na cirurgia é a tópica (local) com sedação e o paciente não costuma mais ficar internado no hospital.

Atualmente, a técnica cirúrgica mais realizada é a facoemulsificação, que como o nome mesmo diz, através do uso de ondas de ultrassom, o cristalino opaco é emulsificado e aspirado.

Existem inúmeros tipos de lentes intraoculares: dobráveis, com filtro, de silicone, nacionais ou importadas.

Os resultados cirúrgicos são em geral muito bons, podendo-se dizer que a catarata é uma doença curável com resultados bem satisfatórios. No entanto, não se trata de um procedimento simples ou fácil, pois é uma intervenção cirúrgica que requer cuidados e experiência por parte do oftalmologista cirurgião, assim como os  cuidados pós-operatório (nestas condições, ela se torna muito segura).

A suspeita da catarata pode ser feita por outros médicos ou até pelo próprio paciente ou familiares. Porém para sua confirmação é necessária à realização de exame oftalmológico completo realizado por um oftalmologista.

 

** As informações acima colocadas tem caráter apenas informativo; não devendo ser generalizado para todo paciente e não dispensando o exame médico oftalmológico para diagnóstico e orientação do tratamento a ser realizada em cada caso.

 

Fonte: http://www.clinicacypel.com.br/catarata.php

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Dra. Marcela Cypel
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